
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Sexta-Feira, 14 de Dezembro
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"Vende-se o Coração" e "O cliente nunca tem razão"
Sexta, 14 de Dezembro 2007 – Pátio da Ti Emília - Ourém 21h30
"Vende-se o Coração" e "O cliente nunca tem razão"
Sexta, 14 de Dezembro 2007 – Pátio da Ti Emília - Ourém 21h30
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Adaptação texto: Sérgio Ribeiro
Encenação: Dora Conde
Som/Luz: Apollo
Interpretação:Taberneiro: Luís Costa
Interpretação:Taberneiro: Luís Costa
Cliente: Paulo Santos
Mulher: Dora Conde/Rosa Martins
Duração: 30 minutos
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Resumo : «Estes dois textos são a adaptação de dois contarelos lidos não se sabeonde, quando ou de quem. O adaptador achou-lhes muita graça porque pegavam narealidade que vivemos, em situações, e as transformam em coisas contadas.Porque não contá-las em teatro? Foi o que tentou fazer, adaptando-as."Vende-se coração" é a resposta a um anúncio em que se joga com aambiguidade das palavras e dos sentimentos, e será que os corações, mesmo deporcelana ou fancaria, podem estar à venda, ou será que tudo o pode estar emdeterminadas circunstâncias? O que o adaptador dos textos pretende é, jogandocom as palavras e os seus dignificados, dar um pequeno exemplo de como "estar àvenda" é uma frase que nos atinge e agride... e faz sorrir!"O cliente nunca tem razão" procura virar do avesso uma frase feita, a de que"o cliente tem sempre razão" e que, na prática, encontramos, tantas vezes,quem a demonstre ao contrário, por absurdo; na relação entre quem procurauma coisa de que precisa e quem a tem para trocar ou vender (por dinheiro queé o que troca tudo), porque razão há-de ter sempre razão o cliente (o queprocura) e não o vendedor (o que tem a coisa procurada)? Abrir uma loja nãoé ter que ser servil... embora também não tenha que ser o contrário. Hásempre razão e razões dos dois lados de uma relação...»Sérgio Ribeiro
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
O Cliente Nunca tem razão e Vende-se Coração
Esta foi a peça que o GTA levou ao palco para encerrar esta segunda edição da meia maratona de Teatro. Esta edição nº 2 teve ainda a particularidade de ter uma hora de leitura, em que o espectador foi covidado a partilhar um livro com os demais. A adesão e receptividade do público foi muito boa. Um especial agradecimento ao Sérgio Ribeiro pela condução da sessão.
Esperamos que tenham sido dois dias para mais tarde recordar. Da nossa parte resta-nos dizer... Para o ano haverá mais!!!
Esperamos que tenham sido dois dias para mais tarde recordar. Da nossa parte resta-nos dizer... Para o ano haverá mais!!!
Grupo de Teatro de Seiça
Ontem o Grupo de Teatro de Seiça subiu ao palco com a peça "O Soldado Raso", esperamos publicar as fotos ainda no dia de hoje. As nossas desculpas pela demora.
domingo, 2 de dezembro de 2007
A pedido de muita gente...
O GTA vai dobrar Na Terra dos Sonhos!!! Início cerca das 19h15...
Toca a desligar o PC e meter a caminho do CCRPR Pêras Ruivas!
Aqui vos esperamos
Toca a desligar o PC e meter a caminho do CCRPR Pêras Ruivas!
Aqui vos esperamos
Verdade ou Consequência - Cancelado
Devido a razões alheias ao GTA o espectáculo agendado para hoje às 15h18 foi cancelado. Neste momento estamos a fazer um Workshop de Teatro e Modelagem de Balões. A peça que se segue tem início às 17h18 levada a cabo pelo Grupo de Teatro do Sobral. Esperamos por vós neste segundo dia... que promete!
sábado, 1 de dezembro de 2007
Tudo a postos...

Vamos iniciar esta segunda edição da meia maratona de Teatro dentro de sensivelmente 45m, "O Pequeno Imperador" é a peça que abre este nosso espectáculo Teatral na sua versão 2007. O evento realiza-se em Pêras Ruivas(5m de Ourém), no CCRPR. Deixamo-vos uma imagem de aquilo que vos espera!
P.S. - A cortina como foi supra mencionado abre dentro de 45m!
Aqui vos esperamos!!!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Peças a ver na 2ª meia maratona de Teatro
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Verdade ou Consequência
Domingo, 2 de Dezembro 2007 - Pêras Ruivas - 15h18
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Ficha Técnica
Coreografia: Margarida Rente
Encenação: Antónia Coelho
Técnica: Nuno Nazário, Cátia Samouco, Joel Cardoso, Daniel Ribeiro, Júlia Ribeiro, Carlos Vicente
Logística: Celeste menino, Luísa Leal
Cartaz (concepção e execução): Margarida Faria, Antónia Coelho, Leonor Tavares, Ana Bela Freire, Daniel Reis (Cef)
Execução de Guarda Roupa: Amélia Coelho, Leonilde Ribeiro, Célia Gouveia
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Coreografia: Margarida Rente
Encenação: Antónia Coelho
Técnica: Nuno Nazário, Cátia Samouco, Joel Cardoso, Daniel Ribeiro, Júlia Ribeiro, Carlos Vicente
Logística: Celeste menino, Luísa Leal
Cartaz (concepção e execução): Margarida Faria, Antónia Coelho, Leonor Tavares, Ana Bela Freire, Daniel Reis (Cef)
Execução de Guarda Roupa: Amélia Coelho, Leonilde Ribeiro, Célia Gouveia
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Personagens:
Gabriela: Ana Bela Freire/Antónia Coelho
Luísa: Filomena Sousa
Emília: Leonor Tavares/Mariusa Correia
Susana: Alexandra Troeira
Catarina: Joana Gomes/Sandra Lopes
Augusta: Alexandra Pamplona
Goreti: Luísa Luz
Gabriela: Ana Bela Freire/Antónia Coelho
Luísa: Filomena Sousa
Emília: Leonor Tavares/Mariusa Correia
Susana: Alexandra Troeira
Catarina: Joana Gomes/Sandra Lopes
Augusta: Alexandra Pamplona
Goreti: Luísa Luz
Avó: Belmira Lopes/Manuela Vieira
.Sinopse: Passada nos anos 50 esta é uma estranha história de intriga familiar.
Isoladas em casa, um grupo de mulheres faz o jogo de verdade ou consequência, para descobrir a responsável pela morte do empresário Marcelo.
Todas têm algo a esconder e todas têm motivos para cometer o crime.
Afinal…quem matou o Marcelo?
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
"Vende-se o Coração" e "O cliente nunca tem razão"
Domingo, 2 de Dezembro 2007 - Pêras Ruivas 23h18
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Adaptação texto: Sérgio Ribeiro
Encenação: Dora Conde
Som/Luz: Grupo Apollo
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Adaptação texto: Sérgio Ribeiro
Encenação: Dora Conde
Som/Luz: Grupo Apollo
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Interpretação:
Taberneiro: Luís Costa
Cliente: Paulo Santos
Mulher: Dora Conde/Rosa Martins
Duração: 30 minutos
.Taberneiro: Luís Costa
Cliente: Paulo Santos
Mulher: Dora Conde/Rosa Martins
Duração: 30 minutos
Resumo : «Estes dois textos são a adaptação de dois contarelos lidos não se sabeonde, quando ou de quem. O adaptador achou-lhes muita graça porque pegavam narealidade que vivemos, em situações, e as transformam em coisas contadas.Porque não contá-las em teatro? Foi o que tentou fazer, adaptando-as."Vende-se coração" é a resposta a um anúncio em que se joga com aambiguidade das palavras e dos sentimentos, e será que os corações, mesmo deporcelana ou fancaria, podem estar à venda, ou será que tudo o pode estar emdeterminadas circunstâncias? O que o adaptador dos textos pretende é, jogandocom as palavras e os seus dignificados, dar um pequeno exemplo de como "estar àvenda" é uma frase que nos atinge e agride... e faz sorrir!"O cliente nunca tem razão" procura virar do avesso uma frase feita, a de que"o cliente tem sempre razão" e que, na prática, encontramos, tantas vezes,quem a demonstre ao contrário, por absurdo; na relação entre quem procurauma coisa de que precisa e quem a tem para trocar ou vender (por dinheiro queé o que troca tudo), porque razão há-de ter sempre razão o cliente (o queprocura) e não o vendedor (o que tem a coisa procurada)? Abrir uma loja nãoé ter que ser servil... embora também não tenha que ser o contrário. Hásempre razão e razões dos dois lados de uma relação...»Sérgio Ribeiro

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Ficha Técnica
Argante – Ângela Gonçalves
Geroncio – Anacleto Gonçalves
Octávio – Joel Ferreira
Leandro – Alfredo Gonçalves
Zerbineta – Inês Dias
Scapin – Sérgio Oliveira
Silvestre – Nuno Jacinto
Nerina – Magalia Oliveira
Carlos – Aurélio Vieira
Ponto – Carina Oliveira e Ânia Oliveira
Som – Júlio Dias
Luzes – Samuel Santana
Maquilhagem – Inês Castanheira
Contra Regra – Eloisa Santos
Argante – Ângela Gonçalves
Geroncio – Anacleto Gonçalves
Octávio – Joel Ferreira
Leandro – Alfredo Gonçalves
Zerbineta – Inês Dias
Scapin – Sérgio Oliveira
Silvestre – Nuno Jacinto
Nerina – Magalia Oliveira
Carlos – Aurélio Vieira
Ponto – Carina Oliveira e Ânia Oliveira
Som – Júlio Dias
Luzes – Samuel Santana
Maquilhagem – Inês Castanheira
Contra Regra – Eloisa Santos
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Resumo: Em “As artimanhas de Scapin”, o público é confrontado com as peripécias de Scapin, uma personagem divertida que está sempre do lado que mais lhe convém…
Na ausência dos seus respectivos pais, Octávio casa-se secretamente com Jacinta – uma jovem pobre com um passado misterioso – e Leandro apaixona-se por Zerbineta, uma cigana. Mas eis que os pais regressam antes do esperado com planos de casamento para os seus filhos. Desesperados e precisando de dinheiro para manter o compromisso jurado às moças, os rapazes recorrem a Scapin, criado de Leandro, famoso pela sua grande esperteza. Valendo-se de truques e artimanhas – além da ajuda de Silvestre, o medroso criado de Octávio – Scapin cria situações engenhosas e engraçadíssimas para tentar arrancar dos velhos avarentos o dinheiro necessário para fazer triunfar o amor e a juventude. Mas quem são na verdade Jacinta e Zerbineta? Será que Scapin sairá vitorioso na sua difícil missão? Fiquemos tranquilos, que o final guarda grandes alegrias para esta aventura surpreendente.
Na ausência dos seus respectivos pais, Octávio casa-se secretamente com Jacinta – uma jovem pobre com um passado misterioso – e Leandro apaixona-se por Zerbineta, uma cigana. Mas eis que os pais regressam antes do esperado com planos de casamento para os seus filhos. Desesperados e precisando de dinheiro para manter o compromisso jurado às moças, os rapazes recorrem a Scapin, criado de Leandro, famoso pela sua grande esperteza. Valendo-se de truques e artimanhas – além da ajuda de Silvestre, o medroso criado de Octávio – Scapin cria situações engenhosas e engraçadíssimas para tentar arrancar dos velhos avarentos o dinheiro necessário para fazer triunfar o amor e a juventude. Mas quem são na verdade Jacinta e Zerbineta? Será que Scapin sairá vitorioso na sua difícil missão? Fiquemos tranquilos, que o final guarda grandes alegrias para esta aventura surpreendente.
O Pequeno Imperador de Atílio Bari
Pêras Ruivas - 1 Dezembro 15h18m
.Pêras Ruivas - 1 Dezembro 15h18m
Som: Ana Margarida Santos
Contra Regra: Noémia Santos-
Contra Regra: Noémia Santos-
Encenação e Cenários: António Santos
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Velho Tchin: Paulo Figueira
Criança: João Figueira
Fu, o criado: Valdemar Martin
Criança: João Figueira
Fu, o criado: Valdemar Martin
Pequeno Imperador: José Costa
Chung, o cozinheiro: Ana Maria Carvalho
Sr da Escuridão: Juliana Pereira
Passarão 1: Andréa dos Santos
Passarão 2: Marisa Silva
Comediante do palácio: Cátia Pereira
Lavrador 1: Davide Santos
Lavrador 2: David Santos
Lavrador 3: José Augusto Prazeres
Mulher: Ana Pereira
Chung, o cozinheiro: Ana Maria Carvalho
Sr da Escuridão: Juliana Pereira
Passarão 1: Andréa dos Santos
Passarão 2: Marisa Silva
Comediante do palácio: Cátia Pereira
Lavrador 1: Davide Santos
Lavrador 2: David Santos
Lavrador 3: José Augusto Prazeres
Mulher: Ana Pereira
Bebé: Cristiana Santos
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Resumo: Numa época de grande prosperidade, num passado indeterminado, a China era governada por um menino, muito estimado pelo povo, a quem chamavam “O Pequeno Imperador”.
Um dia, quando brincava com o seu fiel criado, o Pequeno Imperador captura e prende um pássaro desconhecido, que o atrai pelo seu canto e pelas suas cores incomuns. A partir desse momento, todo o país passa a padecer, mergulhado num período de trevas e infelicidade. O Pequeno Imperador, alheio a essa situação, e também infeliz, tenta em vão divertir-se, isolado em seu castelo.
Num pesadelo, enormes pássaros estranhos lhe aparecem e o aprisionam, deixando o menino angustiado. Ele, então, toma conselhos com o comediante do palácio, que o faz reflectir sobre o significado dos sonhos, os desejos e as virtudes.
Meditando sobre esses conselhos, o Pequeno Imperador percebe o erro que cometera e liberta o pássaro, de quem já nem se lembrava, afastando a escuridão que cobria o país e trazendo de volta a felicidade para si e para o seu povo.
Um dia, quando brincava com o seu fiel criado, o Pequeno Imperador captura e prende um pássaro desconhecido, que o atrai pelo seu canto e pelas suas cores incomuns. A partir desse momento, todo o país passa a padecer, mergulhado num período de trevas e infelicidade. O Pequeno Imperador, alheio a essa situação, e também infeliz, tenta em vão divertir-se, isolado em seu castelo.
Num pesadelo, enormes pássaros estranhos lhe aparecem e o aprisionam, deixando o menino angustiado. Ele, então, toma conselhos com o comediante do palácio, que o faz reflectir sobre o significado dos sonhos, os desejos e as virtudes.
Meditando sobre esses conselhos, o Pequeno Imperador percebe o erro que cometera e liberta o pássaro, de quem já nem se lembrava, afastando a escuridão que cobria o país e trazendo de volta a felicidade para si e para o seu povo.
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