O CON (S)CERTOversão de Carlos Carvalheiro baseada em três textos de Karl Valentim “O Aquário”, “O Projector Avariado” e “O Ensaio da Orquestra”.
Sinopse:
O Con (s)certo é uma colagem de três textos de Karl Valentim: “O Aquário”, “O Projector Avariado” e “Ensaio de Orquestra” e deve o seu nome ao facto de se tratar de um conserto de um projector e de um concerto de música.
Produção: Grupo de Teatro Apollo, Maio 2008
Grupo colaborante: Sociedade Filarmónica Ouriense
Encenação: Dora Conde
Assistente de Encenação: Andreia Magalhães
Adaptação dos temas musicais: Eunice Neves e Quim Neves
Responsável pelo Guarda Roupa: Elisabete Pedro
Montagem palco: Paulo Santos e Sociedade Filarmónica Ouriense
Montagem técnica: Nuno Santos, Jorge Ferreira
Luminotécnica: Jorge Ferreira
Interpretação
Músico 1 - Mário Martins
Electricista - Luís Costa
Aprendiz - Carlos Rafael
Regente, Sr. Prazeres - Dora Conde
Espectadora - Rosa Martins
Ermenigilda Prazeres - Ana Paula
Músico 3 - Tatiana Pedro
Músico 2 - Andreia Magalhães
Músico 4 - Paulo Santos
Músico 5 - Sónia Costa
Músico 6 - Nuno Santos
Músico 7 - Sónia Santos
Músico 8 - Marta Pereira
Músico 9 - Brígida Batista
Corista - Elisabete Pedro
Esposa do maestro - Cristina Ferreira
Pai do Aprendiz - Mário Martins
Coro - Diogo Ruas, Inês Santos, Cátia, José Quartau
Figuração: Sociedade Filarmónica Ouriense
Flauta: Marta, Ana Cláudia, Rita, Joana E.
Oboé: Ana Paula, Geni
Clarinete: Sérgio Duarte, Rafaela Seipião, Ana Henriques, Inês J., Vanessa Pereira, Geisa, Joana Rita, Daniela Gonçalves, Daniela Laranjeiro, Mimi, Alexandre, Rute, Dulce, Miguel Neves
Sax Soprano: Inês Neves
Sax Alto: Susana, Patrícia, Vânia
Sax Tenor: Sissi, Vasco, Ângela
Trompete: João E., Inês Morgado, Rogério, Bruna, F.André, Mariana, Marisa, Nuno, João André
Trompa: Margarida, Jéssica, Catarina M., Sebastião
Trombone: Bruno Telmo, Mário, Ricardo
Bombardino: João G., Henrique Neves
Tuba: Jerôme, Samuel, Renato, Frederico
Percussão: Paulo Frias, S. Martins, Renato, Cristiano, Márcia, João Rafael
Sobre o autor:
Karl Valentim nasceu em 1882 e morreu em 1948. Karl Valentim era um actor magro e hipocondríaco que iniciou a sua vida de trabalho como marceneiro, nos arredores de Munique, na Alemanha. Quando o pai morreu, em 1906, vendeu a carpintaria que herdara do progenitor e montou uma orquestra de 20 instrumentos que partiu em digressão pelo país. Foi um fracasso. A sua carreira de comediante começa verdadeiramente quando conhece Liesl Karlstadt a sua grande companheira de cena. Actuando em cabarets e outros pequenos teatros alcançam grande sucesso que rapidamente extravasa para o cinema. Brecht, de início, trabalhou com Karl Valetim, e o próprio diz que foi com Valentim que mais aprendeu. Com o advento do nazismo Karl Valentim entra em queda. Consideravam eles que as peças de Valentin tinham “tendência para a pobreza” e por consequência deveriam ser boicotadas. O público também se esqueceu...e Valentim morre na miséria por causa de uma pneumonia. No entanto as novas gerações redescobriram-no e é hoje um ícone da Alemanha, sendo considerado unanimemente um dos inventores do “Café Concerto”. Em 1979, o Teatro da Cornucópia dá-o a conhecer ao público português. O humor seco e absurdo mas, inteligente, de Karl Valentin faz grande sucesso no público do circuito do teatro independente. O cómico Karl Valentim, o mais hábil desconversador que existe, tem a falta de jeito do palhaço pobre, o gosto dos putos pelas partidas. O seu humor é uma mistura maravilhosa de imbecilidade e de pensamento. Quanto maior é o cómico, quanto mais horripilante e desesperadamente ele traz para a forma cómica a nossa estupidez e a nossa desumanidade estúpida e medrosa, tanto mais a gente se ri. O Sr. Karl Valentim é gente séria.










Pelo décimo segundo ano consecutivo, o Sport Club Operário de Cem Soldos e o ULTIMaCTO – Grupo de Teatro, levam ao palco mais uma edição da Mostra de Teatro. A Mostra tem início a 17 de Maio e termina a 1 de Junho de 2008. Pelo palco vão passar vários grupos de teatro de diversos pontos do país com peças para todos os gostos. Os espectáculos decorrem no Auditório da Casa do Povo (em Cem Soldos) e têm entradas livres.




















